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“O meu foco é assegurar um ambiente propício à criatividade, assente no respeito, capacitação e reconhecimento do valor de cada pessoa nos projetos.”

  • Diogo Noronha
    .chefe

    Após o curso no Natural Gourmet Institute for Health and Culinary Arts, em Nova Iorque, Diogo Noronha passou por restaurantes mundialmente conhecidos como o Pure Food and Wine, o Per Se*** de Thomas Keller, o Moo* em Barcelona, assessorado pelos irmãos Roca e o Alkimia* de Jordi Villa.
    Regressa a Portugal em 2009 para criar o projeto o Pedro e o Lobo, onde se manteve, até ser convidado pelo Grupo Mainside, em 2013 para abrir o restaurante Casa de Pasto e a Vinharia no Cais do Sodré.
    Em 2015 abre o gastrobar Rio Maravilha na Lx Factory. Estes projetos valeram-lhe a nomeação de chefe do ano pela Time Out em 2015 e o El Mundo apontou-o como um dos seis chefes que estão a revolucionar a gastronomia portuguesa.
    Em 2016 é desafiado por Rui Sanches a criar um novo conceito arrojado, único e diferenciado em Lisboa.
    Assim nasceu o Pesca.

    www.diogonoronha.pt

  • Claiton Ferreira
    .chefe de pastelaria

    Nascido na capital brasileira, em 1982, apaixonou-se pela doçaria graças ao talento da sua mãe. Começou por formar-se na conceituada Universidade Anhembi Morunbi, em São Paulo, estudando depois no Centro Superior de Hotelaria y Turismo de Valencia, em Espanha. Passou pelos restaurantes Mugaritz, Martin Berasategui, em San Sebatian (ambos com duas estrelas Michelin), Casa Fasano, Empório Moema em São Paulo, Submarino, Alejandro Toro e Ben Fet em Valencia.

    Em Lisboa, acompanha o chefe Diogo Noronha desde a abertura do Pedro e o Lobo, passando depois pela Casa de Pasto e o gastrobar Rio Maravilha. Entre os últimos projetos pessoais está um estudo sobre os diferentes tipos de chocolate no mundo, um projeto que alia as paixões pelas viagens e pelo cacau.

    Recentemente dedicou-se ao estudo de antigas técnicas de fermentação para criar um pão exclusivo para o Pesca, onde se apresenta com um conjunto de sobremesas inspiradas no Cosmos.

  • Fernão Gonçalves
    .chefe de bar

    Aos 27 anos, Fernão Gonçalves é um dos bartenders mais criativos da cidade, tendo sido nomeado para bartender do ano nos Bar Awards 2017.
    A aventura na mixologia começou nos tempos de faculdade, enquanto estudante de Design, quando foi desafiado a ser barback de alguns dos mais conceituados bartenders da altura. Passa por sítios emblemáticos como a Pensão Amor e, mais tarde, já em parceria com Diogo Noronha, pela Casa de Pasto e Rio Maravilha.  Em 2015 foi um dos vencedores do Perspectives Global Challenge que decorreu em Cognac, na França.
    No Pesca, para criar um bar com vida própria, mas alinhado na perfeição com a proposta gastronómica, entrou, como costuma fazer, na cozinha e trouxe pimentos, ananases braseados, cenouras e ervilhas para os seus cocktails de autor, garantindo uma enorme versatilidade podendo ir de welcome drink a brinde de despedida.

  • Glediston Santos
    .sub-chefe

    Nascido em Linhares, no Brasil, Glediston Santos, 38 anos, é o braço direito de Diogo Noronha. Formado em Administração de Empresas, com passagem pela licenciatura de Artes Plásticas, foi a paixão pela cozinha, herdada da avó paterna,  que lhe traçou o rumo. Interessado em conhecer mais de perto as raízes, Glediston Santos decidiu viver em Portugal por dois anos. Já passaram 13 anos e por cá continua.

    Durante 3 anos trabalhou com o Chef Luis Suspiro, outros 3 com o Chef António Bóia e em 2014 começa a trabalhar com Diogo Noronha. Em comum têm o desejo de conseguirem alcançar uma gastronomia mais sustentável, descobrindo novas formas de reduzir a pegada ecológica na restauração.

  • Francisco Guilherme
    .escanção

    Francisco Guilherme, de 32 anos, é natural de Lisboa. Depois de ter trabalhado com Diogo Noronha como escanção no extinto Pedro e o Lobo, os dois voltam a trabalhar juntos passados dez anos.

    Começou por estudar design, mas o seu espírito inquieto e sempre em busca de novidades levaram-no até aos Estados Unidos, onde viveu entre os 18 e os 20 anos, e onde investiu na sua formação em mixologia. Mas a paixão pelo vinho, herdada do avô, que ritualizava cada abertura de garrafa, acabaria por se impor. Com passagem por sítios emblemáticos em Lisboa, como é o restaurante Alma, Francisco Guilherme promete surpreender os clientes do Pesca com novas experiências em torno do vinho.

  • Inês Feijão
    .supervisora

    Foram os castigos, por volta dos 16 anos, que ditaram o rumo à vida de Inês Feijão, nascida em Lisboa em 1987. Rebelde por natureza, Inês fazia tanta travessura que o pai se viu obrigado a pô-la de castigo na cozinha do pronto-a-comer da madrasta.
    Inês, que já gostava de cozinhar para os seus quatro irmãos, viria a descobrir no pronto-a-comer a verdadeira vocação. Na hora de escolher um percurso decide inscrever-se no Curso de Especialização Tecnológica de Gastronomia e Artes Culinárias na Escola Superior de Hotelaria e Turismo do Estoril, começando por trabalhar como cozinheira em alguns restaurantes.
    O serviço de mesa surgiu no Pedro e o Lobo, onde trabalhou três anos, seguindo depois para a Cantina Ministerium como chefe de sala e gerente. Em 2015 entrou na Multifood como chefe de turno da Sala de Corte. Atualmente é supervisora da Sala de Corte e do Restaurante Pesca.

Recrutamento

“Se te sentes preparado para este desafio estamos de braços abertos para crescermos juntos.”